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Catedral Basílica de Nossa Sra do Pilar
 

Data de Tombamento Individual pelo IPHAN: 29 de novembro de 1949.

N° do Processo de Tombamento: 404-T-49

 

A iniciativa de construção da atual Igreja Matriz de São João del-Rei foi tomada pela Irmandade do Santíssimo Sacramento em 1721, com a finalidade de substituir a primitiva Capela do Pilar (datada de 1704), incendiada por ocasião da Guerra dos Emboabas em 1709 e situada um pouco afastada do centro da vila, no local denominado Morro da Forca.

No ano de 1750, a edificação já se encontrava praticamente concluída e ornada.

Em princípios do século XIX, a irmandade decidiu ampliar o corpo da matriz, tendo em vista o crescimento da vila e o atendimento a uma população mais numerosa.

De beleza singular, possui o interior em estilo barroco e fachada com influências neoclássicas.

O risco do novo frontispício a ser construído foi idealizado pelo mestre Manoel Victor de Jesus, no ano de 1817, em substituição à fachada projetada por Francisco de Lima Cerqueira.

As obras somente foram aceleradas em 1824, por ocasião da chegada do novo vigário da Paróquia de São João del-Rei, José Dias Custódio.

Seu belo gradil, datado de 1848, é obra do mestre ferreiro Jesuíno José Ferreira. Entre os anos de 1850 e 1863, foram concluídos vários trabalhos na igreja, como o forro, assoalho, pintura do coro (1850-1853), paredes da sacristia (1859), além do novo cemitério (1859-1863).

Possui em sua torre à direita, um relógio holandês datado de 1905 que compassa a vida dos moradores.

Não há referência documental sobre época e autoria das obras de pintura da matriz.

O forro da nave data, provavelmente, de princípios do século XIX, pois o viajante europeu John Luccock, quando esteve em São João del-Rei em 1817, descreveu-o com minúcia, dizendo ter sido recentemente pintado à custa única de um negociante da vila, por um artista local, fazendo referencia também a outras pinturas já existentes na igreja.

É a terceira igreja de Minas Gerais em quantidade de ouro em seu interior.

Seus sinos marcam a vida dos são-joanenses a cada quinze minutos.